quinta-feira, 30 de junho de 2016

Tentou furtar motocicleta e foi espancado por populares


José Batista de Almeida, de 45 anos, diz estar arrependido do ato que praticou no início dessa semana (segunda-feira, 27), na Rua 10, bairro União, em Parauapebas. Desempregado e com o aluguel de R$ 350 atrasado, ele não pensou duas vezes, furtou uma motocicleta para tentar vendê-la e conseguir dinheiro para quitar as suas dívidas.

Mas o que ele não esperava é que alguns populares perceberam a ação criminosa e partiram para cima, agredindo-o. José Batista teve o rosto e o corpo machucados. Livrou-se de um possível linchamento por causa de algumas senhoras presentes no local, que clamavam para que ele não fosse morto, e também pela chegada de uma viatura da polícia militar.  

Levado para a Delegacia de Polícia Civil, José Batista Almeida reconheceu o erro, disse que atua na área de polimento de carro. “Eu estou desempregado, realmente, errei. Eu peguei uma motocicleta, quando eu desci com a moto, eu estava de plano de deixar ela numa esquina, mas eu vi que isso não ia dar certo, de sair com a moto por aí e sem documento. Eu realmente me arrependi do ato que pratiquei”, alegou.

“Só não me mataram porque tinha umas mulheres lá e não deixaram, mas o povo queria me furar até com uma faca. Por sorte, a polícia chegou. Foi um amigo meu que me disse pra fazer isso, ele se chama Arroz. Ele me deu essa dica, pra eu pegar a moto e ele vender”, contou José Batista, afirmando estar arrependido: “tive que ir para o hospital e levei duas injeções. Eu não pensei quando eu fiz isso”. Na delegacia, já autuado, José Batista afirmou que o crime não compensa. (Vela Preta)

Garimpeiro é executado e tem motocicleta levada por bandidos na BR 155



Por volta das 19 horas desta quarta-feira (29), próximo ao galpão da empresa Frango Norte, na BR 155, a polícia foi acionada para uma ocorrência de suspeita de crime de latrocínio – crime comumente conhecido por aquele em que o criminoso rouba a sua vítima, cometendo o homicídio. 

Desta vez, a vítima foi o garimpeiro conhecido por Odilo Moraes de Sá, de 80 anos, o qual seria morador da Rua Rio Verde, em Serra Pelada. De acordo com informações de populares que estavam no local, dois indivíduos, ainda não identificados pela polícia, a bordo de uma moto, alvejaram o idoso, levando também a motocicleta que ele conduzia. (Vela Preta)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Homem leva pauladas na cabeça e teve crânio esmagado

Wanderson Oliveira Souza, de 27 anos, levou várias pauladas na cabeça e teve o crânio praticamente esmagado. O suspeito do crime é Ancelmo Camilo dos Santos, de 28 anos, que está foragido. O crime ocorreu no início da madrugada do último domingo (26) no Bairro Betânia. Parauapebas.

Segundo a polícia, o motivo do crime seria a disputa por uma mulher que tem um filho com o acusado, mas atualmente viria mantendo relacionamento amoroso com a vítima. Os dois estavam bebendo desde cedo, acabaram se desentendo por ciúme e Ancelmo liquidou o rival a pauladas.

Uma testemunha que não quis revelar o nome contou que eles estavam bebendo tranquilamente, mas a certa hora Wanderson começou a brincar, dizendo que ia dormir na casa da mulher, o que acabou provocando a ira de Ancelmo. Os dois começaram a discutir e Ancelmo se armou com um pedaço de madeira, com o qual liquidou o rival a pauladas e fugiu a pé. (Vela Preta/Waldyr Silva)

terça-feira, 21 de junho de 2016

Saiu para caçar e foi atingido pela própria espingarda


Na tarde de domingo (19), um homem identificado por Antônio Elias Souza deu entrada no Hospital Municipal de Parauapebas, em estado grave. Ele teria saído para caçar e, durante a atividade, foi atingido na cabeça por um disparo da arma que portava.

Segundo Elias Rodrigues Pereira, 51 anos, amigo de caça da vítima, a espingarda disparou acidentalmente. “A gente atravessou o Rio Parauapebas para caçar. Antônio Elias foi descarregar a espingarda quando o acidente aconteceu. Quando eu desci pra beber água e voltei, ele já estava no chão. Mas o tiro veio dele mesmo”, contou.

Elias Rodrigues disse que saiu em busca de socorro, tendo ido ao Corpo de Bombeiros para pedir ajuda. “Peguei a moto e fui atrás do socorro. Não deu tempo do meu amigo falar nada”, comentou, acrescentando que a vítima Antônio Elias é seu vizinho no Bairro Vila Rica.

Assim que deu entrada no Hospital com a vítima, a Polícia Militar conduziu Elias Rodrigues à Delegacia de Polícia Civil para registrar ocorrência e prestar depoimento sobre o caso, já que ele era a única pessoa que acompanha Antônio Elias no momento do sinistro.

O Blog não conseguiu mais informações sobre a situação do baleado. (Vela Preta)

domingo, 19 de junho de 2016

Diretor da Seccional de Polícia Civil em Parauapebas fala sobre operação Lei Seca no município



O delegado Gabriel Henrique Alves Costa, diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil em Parauapebas, conversou com o Blog sobre a Operação Lei Seca, executada no município por equipe do Detran de Belém, conjuntamente com os agentes da segurança pública de Parauapebas.

Segundo o delegado, a operação foi uma iniciativa da Secretaria de Segurança Pública do Estado, que resultou em várias ações na cidade referente à alcoolemia. Por meio das muitas blitzes realizadas em vários pontos da cidade, a operação, em apenas cinco dias, foi responsável por encaminhar à Seccional mais de 80 pessoas. “A Policia Civil recebeu registro considerável de procedimentos de alcoolemia”, destacou o delegado Gabriel.

Conforme o diretor, a sociedade de Parauapebas foi avisada da operação – teve conhecimento que o Detran estaria realizando as blitzes na cidade  mas, ainda assim, muitas pessoas desafiaram a Justiça. “Mesmo com a operação na rua, as pessoas continuaram dirigindo embriagadas, ocasionando várias ocorrências, mortes no trânsito, acidentes, vítimas fatais”, observou, acrescentando que todas as pessoas identificadas  sob efeito de álcool, sem habilitação, ou portando arma de fogo, foram conduzidas para a delegacia, onde foi instaurado procedimento policial. “Muitos procedimentos foram realizados durante a semana, com um grande número de casos de condutores sob a influência de álcool”, disse.


O diretor da Seccional finalizou sugerindo à sociedade que também colabore com os órgãos de segurança pública, “que diminua o consumo de bebida alcoólica e que não dirija sob a influência de álcool. Em caso de identificação do condutor alcoolizado, há um prejuízo financeiro para ele e outras implicações previstas em Lei, no Artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro”, apontou. (Vela Preta)

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Casal é preso acusado de tráfico de drogas

A Polícia Militar prendeu na madrugada desta quarta-feira (15) no Bairro Liberdade II, em Parauapebas, o casal Luciano Ribeiro Neves, de 19 anos, e Silvanete da Silva de Jesus, 23 anos, acusado de envolvimento com tráfico de drogas.

De acordo com o delegado Jorge Carneiro, Luciano e Silvanete foram presos na residência deles com 20 pedras de crack e R$ 270 em espécie. Os dois foram apresentados na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil e autuados em flagrante pelos crimes de tráfico e associação ao tráfico.

Arivaldo Aires da Rocha, advogado do casal, nega que seus clientes sejam traficantes, mas afirma que os dois são apenas usuários de drogas e que os 20 papelotes encontrados com eles eram exclusivamente para consumo pessoal.

O causídico acredita que seus clientes serão liberados durante a audiência de custódia. Caso isso não aconteça, Arivaldo promete entrar com pedido de liberdade provisória. A polícia, no entanto, sustenta que há elementos que apontam para a participação do casal com o tráfico de drogas no bairro onde moram.

Luciano Neves confessou para o delegado Jorge Carneiro que comprou a droga, mas não explicou como conseguiu o dinheiro para isso, já que atualmente se encontra desempregado. (Vela Preta/Waldyr Silva)

domingo, 12 de junho de 2016

Com mais de 13 mil corpos sepultados, Cemitério Jardim da Saudade terá lotação máxima em quatro anos




Localizado às margens da rodovia Faruk Salmen, próximo ao Bairro Vila Rica, e ocupando uma área de cinco alqueires no perímetro urbano de Parauapebas, o Cemitério Jardim da Saudade deverá funcionar por, no máximo, quatro anos. A informação é do administrador do cemitério, Juvenal de Lima Freire. Isso ocorre em razão do grande número de sepultamentos realizados no local.

Conforme Juvenal, o cemitério começou a funcionar em 11 de janeiro de 2000, ainda na gestão da então prefeita Isabel Mesquita. De lá pra cá, muitos sepultamentos foram realizados. De acordo com ele, mais de 13 mil pessoas já foram enterradas ali, sendo que 65% dos corpos sepultados são de jovens, com idades entre 13 a 25 anos. “As causas das mortes estão relacionadas a acidentes de moto, drogas e assaltos. Os jovens enterrados, na sua grande maioria, têm pai e mãe”, diz.

As outras entradas para sepultamento são de pessoas acima de 50 anos, por morte natural. A previsão é que o cemitério funcione ainda por mais quatro anos. “Tem dia que entram cinco corpos para sepultamento. Se o número continuar crescendo, vamos ter uma lotação máxima nos próximos quatro anos”, assegura.

Indagado sobre o número de indigentes, Juvenal comentou que já foram registrados 28 corpos. Quando não há identificação, o corpo fica na geladeira por 30 dias, até o Ministério Público realizar todo o processo necessário para autorização do sepultamento. “Teve um caso em que uma pessoa veio atrás do corpo do familiar, que já tinha sido enterrado. O reconhecimento ocorreu por meio de uma foto, três dias depois do sepultamento”, lembra.


Além dos corpos da cidade, o cemitério também registra sepultamentos de pessoas que falecem em outras cidades, como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, mas que a família é de Parauapebas e prefere enterrar nesse município. (Vela Preta)

Acidente de trânsito faz vítima fatal no Bairro Casas Populares I





Mais um acidente de trânsito foi registrado em Parauapebas. Dessa vez, ocorreu na tarde de sábado (11), na Avenida Uruguaia, no Bairro Casas Populares I, e fez uma vítima fatal: Antônio Alves de Araújo, segundo identificação repassada pelo sargento Aurélio, da Polícia Militar.

De acordo com o sargento, Antônio Alves de Araújo conduzia uma motocicleta, quando teria tentado ultrapassar outro condutor, que seguia também numa motocicleta. Na ultrapassagem, a vítima perdeu o controle do veículo e colidiu frontalmente com outro veículo, em um cruzamento.

Informações do agente Borges, do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte de Parauapebas (DMTT), o condutor da outra motocicleta atingida teve fratura em uma das pernas, tendo sido levado para o Hospital Municipal da cidade. “Segundo populares, a vítima ia fazer uma ultrapassagem, quando no cruzamento ele colidiu. Com a colisão, ele veio a óbito", disse.

Na motocicleta conduzida por Antônio Alves foi encontrada uma garrafa de bebida alcoólica, que estava dentro de uma caixa. Contudo, o agente Borges informou que isso não quer dizer que a vítima estava “sob o efeito de álcool”.

O corpo de Antônio Alves de Araújo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e a motocicleta para a Delegacia de Polícia Civil. Antônio Alves de Araújo era morador de uma área de ocupação irregular na Rua Pará, s/n, Bairro Casas Populares II. (Vela Preta)

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Presa quadrilha suspeita de roubos



A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira (8), no Bairro Casas Populares I, em Parauapebas, cinco pessoas adultas e um adolescente de 17 anos, acusados de fazer parte de uma quadrilha que vinha fazendo arrastões de assalto no Bairro Cidade Jardim.

Os acusados são Irmã Botelho, 20 anos; Denilson de Oliveira, 18 anos; Rodrigo da Silva, 18; Jackeline Nascimento, 19 anos; e Mara Sousa. Os acusados foram presos na casa de Jackeline.

Durante a abordagem, foram aprendidos 11 aparelhos de celular, um cordão de ouro, um revólver calibre 38 e uma motocicleta modelo Fan, de cor vermelha. A operação foi comandada pela delegada Ana Carolina, com apoio dos investigadores Almeida e Baiano.

Na delegacia, eles negaram envolvimento em assaltos. Jackeline se disse surpresa com a situação, afirmando que estava dormindo e acordou com o barulho de um tiro. Ao abrir a porta que dá acesso ao quintal da casa, ela se deparou com a polícia e os demais acusados sendo presos.

Mara Sousa, que é irmã de Denilson, diz que acabou indo parar na delegacia porque quando viu o irmão sendo preso o acompanhou para saber o que tinha acontecido. A negação dos acusados não convenceu a polícia.
Ainda pela manhã de quarta-feira, duas vítimas estiveram na delegacia e reconheceram Rodrigo e Denilson como sendo os bandidos que as atacaram no Bairro Cidade Jardim.

De acordo com a delegada Ana Carolina, a identificação e a prisão dos acusados só foram possíveis porque uma das vítimas registrou ocorrência do roubo de um celular através de rastreamento do aparelho, e com isso se chegou até o bando. Os presos foram enquadrados por roubo e agora se encontram à disposição da Justiça. (Vela Preta/Waldyr Silva)