terça-feira, 5 de julho de 2016

Latrocínio interrompe a vida de Maurílio dos Santos Gomes

A triste notícia que a família e os amigos de Maurílio dos Santos Gomes,  de 33 anos, não queria ouvir, infelizmente, foi confirmada pelo delegado plantonista Nelson Alves Junior, na manhã do último domingo (3).

Maurílio Gomes, que estava desaparecido, teve o corpo encontrado no fim de semana, em uma residência localizada na Rua K 2, Quadra 325, Lote 8, Bairro Cidade Jardim, com 40 facadas. O acusado do crime é Clevisson  Batista da  Silva,  de 30 anos, que estava de posse da motocicleta e do celular de Maurílio.

Caso
Segundo o delegado Nelson, na última sexta-feira (1º), por volta das 17 horas, a vítima saiu do trabalho, arrecadou o dinheiro do dia e depois não manteve mais contato com a família.

“Os familiares passaram a fazer ligações para o celular de Maurílio, após as 18 horas, e outra pessoa atendia e se passava pelo rapaz. A família perguntou se era sequestro. Como não teve resposta, vieram na delegacia, trouxeram o número do celular e do e-mail da vítima para que pudéssemos localizar o rapaz”, declarou a autoridade.

Conforme o delegado, já na madrugada de sábado (2), a Polícia Militar encontrou a motocicleta de Maurílio em frente ao Bar Opção, no Bairro da Paz, quando foi feita a detenção do acusado do crime, Clevisson Batista  da  Silva, que tentou encobrir para que os policiais não fossem na casa dele, pois o corpo estava lá.

“No domingo de manhã, atendi uma ligação de uma amiga do Clevisson no celular da vítima, perguntando onde ele [Clevisson] estava. Eu disse que ele tinha sido preso por embriaguez e perguntei o endereço dele, quando ela me repassou”, contou.

O delegado Nelson disse ainda que, na companhia de um investigador, abriu a casa do acusado e encontrou o cadáver lá, já com mau cheiro e bastante inchado. Em seguida, a família da vítima foi comunicada e a remoção do corpo foi feita.

“O acusado nega que tenha matado o rapaz. Disse que comprou o celular e a moto por 500 reais. O documento da moto estava no quarto do Clevisson, e com manchas de sangue”, acrescentou o delegado Nelson.

Para esse tipo de crime, o latrocínio, que é o roubo seguido de morte, a pena é de até 30 anos de reclusão. (Vela Preta)

Parauapebas recebe novo delegado de PC

O delegado Erivaldo Campelo da Silva (foto), que atuava na cidade de Abel Figueiredo, chegou a Parauapebas para reforçar a equipe de policiais da 20ª Seccional de Polícia Civil. Ele assumirá a vaga que era ocupada pelo delegado Thiago Carneiro, que foi destacado para trabalhar na delegacia do município de Eldorado do Carajás.

Ao blog, Erivaldo Campelo opinou que Parauapebas é uma cidade grande, com muito trabalho para ser feito. “Estamos chegando com muito empenho e para a melhoria da segurança do município, juntamente com os demais delegados”, destacou.

Erivaldo Campelo atua há dois anos na Polícia Civil, é natural da cidade de Imperatriz, no Maranhão e já trabalhou na cidade de Rondon do Pará. (Vela Preta)

Acidente de motocicleta faz vítima fatal no Cedere I

Raimundo Nonato Carvalho, de 42 anos, trabalhador braçal, perdeu a vida num trágico acidente de motocicleta na estrada para o Cedere I, zona rural de Parauapebas. O acidente ocorreu na manhã do último domingo (3). A vítima morava na região do Cedere I, onde possuía uma pequena terra.

Informações conseguidas com José João Vieira, conhecido por “Costa”, 71 anos, conhecido da vítima, dão conta que Raimundo Nonato perdeu o controle do veículo numa curva da estrada. “Ele não conseguiu desviar a moto, bateu num arame, cortou o pescoço e morreu na hora”, contou. 

José João acredita que a vítima estava sob o efeito de álcool para ter perdido o controle do veículo. (Vela Preta)

Rixa pode ter motivado assassinato de homem no Bairro dos Minérios

Mais um assassinato foi registrado em Parauapebas. Desta vez, a vítima foi Edinelson Ferreira Ferraz, de  21 anos, morto a tiros por volta das 15 horas do último sábado (2), na Rua 32, Bairro dos Minérios.

Em entrevista ao blog, a esposa da vítima, Patrícia  Nascimento  de Alcântara, 20  anos, informou que o marido teve um desentendimento recente com um homem. “Não sei exatamente o que aconteceu e como ocorreu essa briga, mas foi há pouco tempo. Nesse dia ele ameaçou esse homem”, revelou a viúva.

Segundo ainda a esposa da vítima, o homem afirmara que não deixaria aquela discussão em vão. A briga teria ocorrido porque Edinelson havia vendido o pneu de um carro para o “tal homem”, o qual não foi identificado. “Meu marido vendeu o pneu para esse homem, ele não pagou e aí teve uma briga”, comentou.

Na época, Edinelson Ferraz e o homem foram levados para a delegacia de polícia, mas não chegaram a ficar presos. Depois do ocorrido, o casal decidiu ir morar na zona rural de Parauapebas, na região do Cedere. 

Patrícia Alcântara acrescenta que a vinda à cidade só ocorreria aos sábados, com retorno para o Cedere no domingo. “Ele veio pra cidade e aproveitaram para atirar nele. Soube da morte dele quando estava na casa da minha sogra”, acrescentou. Um cachorro também foi atingido pelos tiros.

Edinelson Ferraz deixou a viúva Patrícia e uma filha de 1 ano e cinco meses de vida. A Polícia Civil investiga o caso. (Vela Preta)

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Tentou furtar motocicleta e foi espancado por populares

José Batista de Almeida, de 45 anos, diz estar arrependido do ato que praticou nesta segunda-feira (27), na Rua 10, Bairro União, em Parauapebas. Desempregado e com o aluguel de R$ 350 atrasado, ele não pensou duas vezes: furtou uma motocicleta para tentar vendê-la e conseguir dinheiro para quitar as dívidas.

Mas o que ele não esperava é que alguns populares perceberam a ação criminosa e partiram para cima, agredindo-o. José Batista teve o rosto e o corpo machucados. Livrou-se de um possível linchamento por causa de algumas senhoras presentes no local, que clamavam para que ele não fosse morto, e também pela chegada de uma viatura da Polícia Militar.  

Levado para a Delegacia de Polícia Civil, José Batista reconheceu o erro, afirmando que atua na área de polimento de carro. “Estou desempregado e realmente errei. Peguei uma motocicleta e quando desci com ela eu estava de plano de deixar ela numa esquina, mas vi que isso não ia dar certo, de sair com a moto por aí sem documento. Eu me arrependi do ato que pratiquei”, alegou.

“Só não me mataram porque tinha umas mulheres lá e não deixaram, mas o povo queria me furar até com uma faca. Por sorte, a polícia chegou. Foi um amigo meu que me disse pra fazer isso, ele se chama Arroz. Ele me deu essa dica, pra eu pegar a moto e ele vender”, contou José Batista, afirmando estar arrependido. Na delegacia, já autuado, José Batista afirmou que o crime não compensa. (Vela Preta)

Garimpeiro é executado e tem motocicleta levada por bandidos na BR 155



Por volta das 19 horas desta quarta-feira (29), próximo ao galpão da empresa Frango Norte, na BR 155, em Eldorado do Carajás, a polícia foi acionada para uma ocorrência de suspeita de crime de latrocínio – crime comumente conhecido por aquele em que o criminoso rouba a sua vítima, cometendo o homicídio. 

Desta vez, a vítima foi o garimpeiro conhecido por Odilo Moraes de Sá, de 80 anos, o qual seria morador da Rua Rio Verde, em Serra Pelada. De acordo com informações de populares que estavam no local, dois indivíduos, ainda não identificados pela polícia, a bordo de uma moto, alvejaram o idoso, levando também a motocicleta que ele conduzia. (Vela Preta)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Homem leva pauladas na cabeça e teve crânio esmagado

Wanderson Oliveira Souza, de 27 anos, levou várias pauladas na cabeça e teve o crânio praticamente esmagado. O suspeito do crime é Ancelmo Camilo dos Santos, de 28 anos, que está foragido. O crime ocorreu no início da madrugada do último domingo (26) no Bairro Betânia. Parauapebas.

Segundo a polícia, o motivo do crime seria a disputa por uma mulher que tem um filho com o acusado, mas atualmente viria mantendo relacionamento amoroso com a vítima. Os dois estavam bebendo desde cedo, acabaram se desentendo por ciúme e Ancelmo liquidou o rival a pauladas.

Uma testemunha que não quis revelar o nome contou que eles estavam bebendo tranquilamente, mas a certa hora Wanderson começou a brincar, dizendo que ia dormir na casa da mulher, o que acabou provocando a ira de Ancelmo. Os dois começaram a discutir e Ancelmo se armou com um pedaço de madeira, com o qual liquidou o rival a pauladas e fugiu a pé. (Vela Preta/Waldyr Silva)

terça-feira, 21 de junho de 2016

Saiu para caçar e foi atingido pela própria espingarda


Na tarde de domingo (19), um homem identificado por Antônio Elias Souza deu entrada no Hospital Municipal de Parauapebas, em estado grave. Ele teria saído para caçar e, durante a atividade, foi atingido na cabeça por um disparo da arma que portava.

Segundo Elias Rodrigues Pereira, 51 anos, amigo de caça da vítima, a espingarda disparou acidentalmente. “A gente atravessou o Rio Parauapebas para caçar. Antônio Elias foi descarregar a espingarda quando o acidente aconteceu. Quando eu desci pra beber água e voltei, ele já estava no chão. Mas o tiro veio dele mesmo”, contou.

Elias Rodrigues disse que saiu em busca de socorro, tendo ido ao Corpo de Bombeiros para pedir ajuda. “Peguei a moto e fui atrás do socorro. Não deu tempo do meu amigo falar nada”, comentou, acrescentando que a vítima Antônio Elias é seu vizinho no Bairro Vila Rica.

Assim que deu entrada no Hospital com a vítima, a Polícia Militar conduziu Elias Rodrigues à Delegacia de Polícia Civil para registrar ocorrência e prestar depoimento sobre o caso, já que ele era a única pessoa que acompanha Antônio Elias no momento do sinistro.

O Blog não conseguiu mais informações sobre a situação do baleado. (Vela Preta)

domingo, 19 de junho de 2016

Diretor da Seccional de Polícia Civil em Parauapebas fala sobre operação Lei Seca no município



O delegado Gabriel Henrique Alves Costa, diretor da 20ª Seccional de Polícia Civil em Parauapebas, conversou com o Blog sobre a Operação Lei Seca, executada no município por equipe do Detran de Belém, conjuntamente com os agentes da segurança pública de Parauapebas.

Segundo o delegado, a operação foi uma iniciativa da Secretaria de Segurança Pública do Estado, que resultou em várias ações na cidade referente à alcoolemia. Por meio das muitas blitzes realizadas em vários pontos da cidade, a operação, em apenas cinco dias, foi responsável por encaminhar à Seccional mais de 80 pessoas. “A Policia Civil recebeu registro considerável de procedimentos de alcoolemia”, destacou o delegado Gabriel.

Conforme o diretor, a sociedade de Parauapebas foi avisada da operação – teve conhecimento que o Detran estaria realizando as blitzes na cidade  mas, ainda assim, muitas pessoas desafiaram a Justiça. “Mesmo com a operação na rua, as pessoas continuaram dirigindo embriagadas, ocasionando várias ocorrências, mortes no trânsito, acidentes, vítimas fatais”, observou, acrescentando que todas as pessoas identificadas  sob efeito de álcool, sem habilitação, ou portando arma de fogo, foram conduzidas para a delegacia, onde foi instaurado procedimento policial. “Muitos procedimentos foram realizados durante a semana, com um grande número de casos de condutores sob a influência de álcool”, disse.


O diretor da Seccional finalizou sugerindo à sociedade que também colabore com os órgãos de segurança pública, “que diminua o consumo de bebida alcoólica e que não dirija sob a influência de álcool. Em caso de identificação do condutor alcoolizado, há um prejuízo financeiro para ele e outras implicações previstas em Lei, no Artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro”, apontou. (Vela Preta)

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Casal é preso acusado de tráfico de drogas

A Polícia Militar prendeu na madrugada desta quarta-feira (15) no Bairro Liberdade II, em Parauapebas, o casal Luciano Ribeiro Neves, de 19 anos, e Silvanete da Silva de Jesus, 23 anos, acusado de envolvimento com tráfico de drogas.

De acordo com o delegado Jorge Carneiro, Luciano e Silvanete foram presos na residência deles com 20 pedras de crack e R$ 270 em espécie. Os dois foram apresentados na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil e autuados em flagrante pelos crimes de tráfico e associação ao tráfico.

Arivaldo Aires da Rocha, advogado do casal, nega que seus clientes sejam traficantes, mas afirma que os dois são apenas usuários de drogas e que os 20 papelotes encontrados com eles eram exclusivamente para consumo pessoal.

O causídico acredita que seus clientes serão liberados durante a audiência de custódia. Caso isso não aconteça, Arivaldo promete entrar com pedido de liberdade provisória. A polícia, no entanto, sustenta que há elementos que apontam para a participação do casal com o tráfico de drogas no bairro onde moram.

Luciano Neves confessou para o delegado Jorge Carneiro que comprou a droga, mas não explicou como conseguiu o dinheiro para isso, já que atualmente se encontra desempregado. (Vela Preta/Waldyr Silva)

domingo, 12 de junho de 2016

Com mais de 13 mil corpos sepultados, Cemitério Jardim da Saudade terá lotação máxima em quatro anos




Localizado às margens da rodovia Faruk Salmen, próximo ao Bairro Vila Rica, e ocupando uma área de cinco alqueires no perímetro urbano de Parauapebas, o Cemitério Jardim da Saudade deverá funcionar por, no máximo, quatro anos. A informação é do administrador do cemitério, Juvenal de Lima Freire. Isso ocorre em razão do grande número de sepultamentos realizados no local.

Conforme Juvenal, o cemitério começou a funcionar em 11 de janeiro de 2000, ainda na gestão da então prefeita Isabel Mesquita. De lá pra cá, muitos sepultamentos foram realizados. De acordo com ele, mais de 13 mil pessoas já foram enterradas ali, sendo que 65% dos corpos sepultados são de jovens, com idades entre 13 a 25 anos. “As causas das mortes estão relacionadas a acidentes de moto, drogas e assaltos. Os jovens enterrados, na sua grande maioria, têm pai e mãe”, diz.

As outras entradas para sepultamento são de pessoas acima de 50 anos, por morte natural. A previsão é que o cemitério funcione ainda por mais quatro anos. “Tem dia que entram cinco corpos para sepultamento. Se o número continuar crescendo, vamos ter uma lotação máxima nos próximos quatro anos”, assegura.

Indagado sobre o número de indigentes, Juvenal comentou que já foram registrados 28 corpos. Quando não há identificação, o corpo fica na geladeira por 30 dias, até o Ministério Público realizar todo o processo necessário para autorização do sepultamento. “Teve um caso em que uma pessoa veio atrás do corpo do familiar, que já tinha sido enterrado. O reconhecimento ocorreu por meio de uma foto, três dias depois do sepultamento”, lembra.


Além dos corpos da cidade, o cemitério também registra sepultamentos de pessoas que falecem em outras cidades, como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, mas que a família é de Parauapebas e prefere enterrar nesse município. (Vela Preta)

Acidente de trânsito faz vítima fatal no Bairro Casas Populares I





Mais um acidente de trânsito foi registrado em Parauapebas. Dessa vez, ocorreu na tarde de sábado (11), na Avenida Uruguaia, no Bairro Casas Populares I, e fez uma vítima fatal: Antônio Alves de Araújo, segundo identificação repassada pelo sargento Aurélio, da Polícia Militar.

De acordo com o sargento, Antônio Alves de Araújo conduzia uma motocicleta, quando teria tentado ultrapassar outro condutor, que seguia também numa motocicleta. Na ultrapassagem, a vítima perdeu o controle do veículo e colidiu frontalmente com outro veículo, em um cruzamento.

Informações do agente Borges, do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte de Parauapebas (DMTT), o condutor da outra motocicleta atingida teve fratura em uma das pernas, tendo sido levado para o Hospital Municipal da cidade. “Segundo populares, a vítima ia fazer uma ultrapassagem, quando no cruzamento ele colidiu. Com a colisão, ele veio a óbito", disse.

Na motocicleta conduzida por Antônio Alves foi encontrada uma garrafa de bebida alcoólica, que estava dentro de uma caixa. Contudo, o agente Borges informou que isso não quer dizer que a vítima estava “sob o efeito de álcool”.

O corpo de Antônio Alves de Araújo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e a motocicleta para a Delegacia de Polícia Civil. Antônio Alves de Araújo era morador de uma área de ocupação irregular na Rua Pará, s/n, Bairro Casas Populares II. (Vela Preta)